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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Forró da agitação 100% São Tomé - Atração Carnaval 2011


Algumas das atrações do São Tomé Folia 2011
Jair Banda Show.

 Banda Flor de 
Liz
Sandrinho Show


TRANSMISSÃO DO HIV

O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno.
Transmissão sexual: ocorre pelo ato sexual vaginal, anal ou oral no qual haja contado do sangue, sêmen ou secreções vaginais da pessoa infectada pelo HIV com a pessoa sadia. Pode haver infecção também através do contato com objetos sexuais contaminados, caso não sejam devidamente lavados ou cobertos com uma camisinha.
Transmissão por sangue contaminado: o HIV pode ser transmitido através do sangue ou produtos derivados do sangue (como plasma e plaquetas) em transfusões sanguíneas. Desde o início da década de 90, hospitais e bancos de sangue têm feitos exames de rotina no sangue de doadores para identificação do HIV. Estes exames reduziram substancialmente o risco de alguém ser contaminado pelo HIV durante uma transfusão.
Transmissão através de agulhas ou seringas contaminadas: o HIV pode ser transmitido através de agulhas ou seringas contaminadas. Usuários de drogas injetáveis que compartilham seringas ou agulhas, também têm risco da transmissão do vírus da hepatite e outras doenças infecciosas.
Transmissão através de perfuração acidental com agulhas ou objetos cortantes: a transmissão do HIV de um paciente contaminado para um profissional de saúde, seja por uma perfuração acidental por agulha durante procedimento cirúrgico ou mesmo numa punção venosa, é baixa. Especialistas acreditam que o risco de contaminação neste tipo de acidente seja menor que 1%.
Transmissão da mãe para o filho: a cada ano, cerca de 600.000 recém-nascidos são infectados pelo HIV, seja durante a gestação, durante o parto ou no período de amamentação. Mas de a mulher recebe tratamento para o HIV durante a gravidez, o risco de infecção do bebê se torna bastante reduzido.
Outros métodos de transmissão: em raros casos, o HIV pode ser transmitido através de um órgão transplantado, inseminação artificial ou por equipamentos cirúrgicos ou odontológicos não esterilizados.

O USO DA CAMISINHA É REALMENTE SEGURO?

Cientistas testaram o preservativo masculino ao extremo, com resultados surpreendentes.
Uso segura da camisinha na prevenção da AIDSDiversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o correto e sistemático uso de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em 90-95% na prevenção da transmissão do HIV.

A camisinha é mesmo impermeável? Quais foram os teste realizados para garantir a segurança do preservativo?

A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo feito no National Institutes of Health dos Estados Unidos, ampliou-se o látex do preservativo (utilizando-se de microscópio eletrônico), esticando-o em 2 mil vezes e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de preservativos mais utilizadas em todo o mundo, ampliando 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros.
Em outro estudo mais antigo de 1992, que usou microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen, os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. O estudo concluiu que, mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.

Não há dúvidas, a ciência já comprovou que o uso da camisinha é realmente seguro. Mas por que às vezes estoura?

Quanto à possibilidade do preservativo estourar durante o ato sexual, as pesquisas sustentam que os rompimentos se devem muito mais ao uso incorreto do preservativo, do que a uma falha estrutural do produto. Nos Estados Unidos, um estudo realizado em 1989 indicou que a taxa de rompimento da camisinha era inferior a 1%. Porém, em 1994, foi conduzido um importante estudo multicêntrico sobre essa possibilidade em 8 países (República Dominicana, México, Estados Unidos, Gana, Quênia, Malawi, Nepal e Sri Lanka), encontrando-se, então, uma taxa de rompimento que variou entre 0,6% (no Sri-Lanka) a 13,3% (em Gana).
O dado mais convincente sobre a eficiência do preservativo na prevenção contra o HIV foi demonstrado por um estudo realizado entre casais, onde um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. O estudo mostrou que, com o uso consistente dos preservativos, a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano.
Diante dos resultados desses estudos, realizados por instituições renomadas e de credibilidade, pode-se dizer que o correto e freqüente uso do preservativo contribui de forma eficaz tanto para a prevenção de enfermidades quanto para evitar a ocorrência de gravidez não planejada.

Já que o rompimento da camisinha se deve mais ao uso incorreto, quais os cuidados que devem ser tomados para seu uso de forma correta?

Para evitar danos no preservativo, você deve abrir a embalagem com cuidado - nunca com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la.
Coloque a camisinha somente quando o pênis estiver ereto. Aperte a ponta da camisinha para retirar todo o ar e depois desenrole a camisinha até a base do pênis.
Se for preciso usar lubrificantes, usar somente os à base de água, evitando vaselina e outros lubrificantes à base de óleo.
Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis ainda ereto, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze de dentro da camisinha. Depois dê um nó no meio da camisinha para depois jogá-la no lixo. Nunca use a camisinha mais de uma vez.
Não utilize preservativos que estão há muito tempo guardados em locais abafados, como bolsos de calça, carteiras ou porta-luvas de carro, pois ficam mais sujeitos ao rompimento. Utilize somente um preservativo por vez, já que preservativos sobrepostos podem se romper com o atrito.
Além desses cuidados, também é preciso certificar-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador. Observe as informações sobre o número do lote e a data de validade e verifique se a embalagem do preservativo traz o símbolo de certificação do INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, cuja finalidade é atestar a qualidade do produto.

Se mesmo após esses cuidados a camisinha estourar, que atitudes devem ser tomadas?

Sabe-se que a transmissão sexual do HIV está relacionada ao contato da mucosa do pênis com as secreções sexuais e o risco varia de acordo com diversos fatores, incluindo o tempo de exposição, a quantidade de secreção, a carga viral do(a) parceiro(a) infectado(a), a presença de outra doença sexualmente transmissível, entre outros.
Sabendo disso, se a camisinha se rompe durante o ato sexual e há alguma possibilidade de infecção, ainda que pequena (como, por exemplo, parceiro de sorologia desconhecida), deve-se fazer o teste naquele momento e após 90 dias para que a dúvida seja esclarecida.
A ruptura da camisinha implica risco real de aquisição da infecção por HIV. Independente do sexo do parceiro, o certo é interromper a relação, realizar uma higienização e, se for o caso, iniciar o ato sexual novamente com um novo preservativo. A higiene dos genitais deve ser feita da forma habitual (água e sabão), sendo desnecessário o uso de substâncias químicas, que podem inclusive ferir pele e mucosas, aumentando o risco de contágio pela quebra de barreiras naturais de proteção ao vírus.
Diante de qualquer dúvida, sempre procure um médico. O especialista responsável pelo tratamento de doenças infecciosas é o infectologista.
Fonte: Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde.

COMO EVITAR A RESSACA

Como prevenir a ressaca? Festas e comemorações: guia para beber e não sofrer com a ressaca no dia seguinte.
Como evitar a ressacaNatal, reveillon, ano-novo e depois carnaval, sem falar nas noitadas. Para quem gosta de comemorar bebendo, a ressaca pode ser terrível. Descubra como prevenir.
O Banco de Saúde reuniu neste guia estratégias eficazes para bloquear a ressaca antes que ela apareça.

A ressaca explicada

Enquanto você está sofrendo de uma terrível ressaca, surge a pergunta: “Como algumas doses aparentemente inofensivas puderam me deixar neste estado de miséria?”. Na verdade, é preciso considerar que o álcool é um veneno, ou seja, cada dose significa um pouco de veneno que você ingere deliberadamente. A ressaca é o seu corpo recuperando-se após ter sido envenenado por álcool e seus metabólitos.
Os sintomas da ressaca variam, mas incluem um ou mais dos seguintes:
  • Dor de cabeça. Geralmente são dores de cabeça pulsáteis, como um tambor batendo dentro do crânio. A intoxicação por álcool parece provocar a dilatação dos vasos sanguíneos do cérebro, que pode contribuir para a cefaléia em algumas pessoas. O álcool também tem efeito em alguns neurotransmissores, elevando o nível de serotonina e histamina que podem desencadear dores de cabeça.
     
  • Desidratação. Ao acordar após uma noite de bebedeira pesada, sua boca está completamente seca. A desidratação é a culpada por isto, e em parte, também pelas dores de cabeça, náuseas e enjôos. O álcool é um diurético, isto significa que ele impede o organismo de liberar um hormônio que retém água. Sudorese, diarréia e vômitos, que podem acompanhar a ressaca, também são fatores associados à desidratação. Os sintomas de desidratação são tontura, mal estar, sede e fraqueza.
     
  • Fadiga. No seguinte ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, você provavelmente estará um trapo. Isto é devido ao efeito negativo do álcool sobre o sono. Apesar de o álcool ser um sedativo, a qualidade do sono é grandemente prejudicada. Pessoas que consomem bebidas alcoólicas tendem a ter dificuldade na manutenção do sono, com despertar freqüente e menor quantidade de sono REM (fase dos sonhos, relacionada ao bom funcionamento físico e emocional).
Estudos publicados recentemente mostraram que tanto a memória, quanto o desempenho psicomotor permanecem prejudicados na manhã após o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, mesmo após os níveis sanguíneos de álcool terem caído para zero.

Prevenção da Ressaca

Antes de a ressaca atacar, você pode tomar algumas medidas para prevenir ou reduzir os danos.
Estratégias que realmente funcionam contra a ressaca:

Escolha sua bebida com cuidado evite a ressaca: escolhas

Alguns estudos mostraram que bebidas alcoólicas que possuem em sua composição principalmente água e álcool, tais como vodka e gin, produzem menos ressaca.
Enquanto outras bebidas, tais como whisky, conhaque e vinho tinto, geralmente produzem mais ressaca. Mas o que fazer, se você ama cerveja? A cerveja contém relativamente poucos congêneres, substâncias adicionais ao álcool que podem favorecer a ressaca. E quanto à caipirinha? A bebida feita com limão, açúcar e cachaça possui uma quantidade intermediária de congêneres e não é das piores causadoras de ressaca.

Coma antes de beber

evite a ressaca: lanche
O álcool é absorvido mais lentamente quando existe alimento no estômago. Mas o que você deve comer? O que você quiser. É um mito que determinados de tipos de comida são melhor para combater a ressaca.

Faça intervalos

evite a ressaca: intervalosBeber uma bebida não alcoólica ou mesmo água entre os drinks ajuda a manter o nível de álcool baixo e também o corpo hidratado.


Reponha os fluídos perdidos

evite a ressaca: agua
Antes de colocar a cabeça no travesseiro, beba água ou alguma bebida não alcoolica, mas evite cafeína.


Tome algum analgésico antes que a dor de cabeça comece

evite a ressaca: aspirina
Use algum medicamento analgésico com o qual você já está acostumado para prevenir a dor de cabeça. Estes medicamentos podem ser vendidos sem receita, no entanto evite a automedicação, principalmente em excesso.
Por fim, a melhor dica ainda continua sendo beber com moderação. Lembrando sempre que ao beber, esteja preparado para não dirigir: use serviços de táxis ou use o transporte de amigos.

CONSEQUÊNCIAS DO ALCOOLISMO

A cirrose hepática, que se traduz por uma insuficiência ou mau funcionamento do fígado, é a doença relacionada ao alcoolismo mais conhecida, capaz de levar o indivíduo à morte ou a grande incapacidade física.
Outras graves doenças relacionadas ao consumo do álcool são alguns tipos de câncer (ex: pâncreas, esôfago e estômago), demência, doenças dos nervos periféricos, infarto do coração, derrame cerebral, desnutrição, traumas diversos, acidentes de trânsito, acidentes de trabalho, depressão, agressões domésticas e até mesmo homicídios e suicídios.